Porque estou falando
nesse assunto? Porque resolvi ajudar
na resposta de um Espírito que defendeu muito bem a Biblia Catolica da pergunta
do médium que pelos fatos da
formação do mundo e da história que Deus fez o mundo em 6 dias.
Já ajudei a esclarecer a dúvida do dilúvio da arca de Noe, do cataclismo Geografico em que separou o solo em diversos países e agora
eu estou ajudando a responder como é
essa história do cruzamento das raças respondida pelo Espirito?
Então, vamos lá....
Na verdade, não tem cruzamento
de raças, como a Biblia Catolica fala. Na verdade, é
só uma raça: a humana , o que de
fato dentro da raça humana tem uma grande variedade de cores, essa era a resposta correta: cruzamentos diferentes da raça
humana . mas porque tem as cores branca, negra e amarela? Simples.
Dependendo do clima e a altitude
geografica .
Nós somos descentes de
HOMO SAPIENS que quer dizer Homem, com a letra H para
referir toda a Humanidade,
não quer dizer que não tem mulher . O
Homem é tradicionalmente traduzido pela
Humanidade. Vejam bem. O homem trabalha,
a mulher
trabalha, então quer dizer
que são dois gêneros diferentes e não o Homem que esta incluído mulheres, idosos e
crianças... Povo é de uma nação .
Correto.? Para nos é certo a
palavra etnia e não raça. Pode
ser raças de cães, gatos, bois . etc , mas não se refere a
nós. Somos pessoas de diferentes cores e de uma mesma raça;
Mas, continuando o
assunto, por exemplo um cruzamento com
um homem negro e uma mulher branca , gera novas vidas e novas
combinações.. eles não criaram, apenas
mudam,
Deus pode ter mudado geneticamemte
para aqueles que sobrevivem, eu não sei como é, pode ser por causa do clima muito frio pode ter
mudado algum gene e a cor de pele
para aguentar a temperatura
quente ou frio, mas Ele
não fez de propósito, nunca! Ele
apenas fez que as pessoas aguentassem o clima, o ambiente, os costumes, e
por aí vai.
Outra coisa que os fatos não mudam: somos animais racionais, somos primata
bípede,
Portanto, querendo
ou não, somos descendentes de MACACOS. Pode ter
varias cores, branca, preta, amarela
mas somos macacos ... NAOOOOOOOOOOO!! Eu não sou macaco, pois
sou branco... sim, é macaco, não importa a cor da
pele ...
Seguindo
a evolução do Homem
. Querendo ou não,
nós somos descendentes
de PRIMATAS
vejam a
razão para os diferentes
tons de pele ...
Tem um
outro exemplo que talvez a maioria de vocês
batem o pé, gritando de raiva,
se negando, mas é
a mais pura verdade... nos somos descendentes
de negros ...
Aiiiiiii!!!Não
é possível, não pode ser!!! Sim, somos
sim... querem ver?? As pesquisas
que fiz achei graça ... mas bastante
orgulhosa... sou branca como leite
mas sou descedente de
macacos e negros assim como vocês todos...
Não
acreditam???
Vamos
la;;;
”A pele humana é uma evidência direta
da evolução. A pequena quantidade de
pelos e os múltiplos tons de pele foram características cuidadosamente
selecionadas durante milhões de anos e representam mais do que traços
cosméticos – eles são responsáveis pela sobrevivência da espécie. Hoje em dia,
no entanto, essas mesmas adaptações podem conflitar com o estilo de vida
moderno. “Toda essa variedade de tons de pele dentro de uma mesma espécie é
incrível. Entender como isso se desenvolveu desde nossos antepassados pode ter
profundas consequências para a nossa saúde hoje em dia”, diz Nina Jablonski,
antropóloga da Universidade Estadual da Pensilvânia e autora do livro Living
Color: The Biological and Social Meaning of Skin Color (Cores Vivas:
Os Significados Biológicos e Sociais da Cor de Pele, inédito em português). No
dia 16, ela participou do Encontro Anual da Associação Americana para o Avanço
da Ciência, em Boston, EUA, onde conversou com o site de VEJA.
Segundo as evidências mais recentes, o corpo dos antepassados humanos
era repletos de pelos, como macacos. Eram caçadores-coletores que viviam nas
zonas tropicais da África, onde os alimentos e a água eram abundantes, e o
clima era ameno. Nestas condições, os pelos ajudavam a reter o calor corporal.
Há cerca de
2 milhões de anos, no entanto, a Terra foi atingida por uma série de mudanças
climáticas, e as florestas locais não passaram incólumes. Os hominídeos da
época começaram, então, a se locomover cada vez mais para conseguir
suprimentos. Ao mesmo tempo, eles passaram a desenvolver um cérebro cada vez
maior, o que seria essencial para o surgimento do Homo sapiens. O
órgão, no entanto, era extremamente sensível a grandes temperaturas. A maior
mobilidade e a sensibilidade ao calor se tornaram uma combinação perigosa.
Assim, hominídeos com menor quantidade de pelos se tornaram mais aptos a
sobreviver e a passar seus genes adiante – era a seleção natural em ação.
“Começamos a perder nossos pelos para liberar melhor o calor do corpo”, diz
Jablonski. Hoje, os humanos são os únicos primatas – e dos raros mamíferos –
com poucos pelos no corpo.
No entanto, ao perderem os pelos, os hominídeos se tornaram extremamente
vulneráveis ao sol da África tropical: sua pele era muito clara – como a dos
chimpanzés. Ao absorver as grandes quantidades de raios ultravioleta que
incidiam no local, eles podiam sofrer sérias queimaduras, desenvolver diversos
tipos de câncer, além de perder vários nutrientes da pele. Um deles – o folato
– é essencial para o desenvolvimento correto dos embriões e importante para o
sucesso reprodutivo humano. Assim, a pele desses ancestrais foi ficando cada
vez mais rica em melanina, um pigmento responsável por escurecer a pele e
protegê-la dos raios ultravioleta. “Não há nenhuma relação genética entre a
perda de pelo e a mudança da cor da pele. Eles apenas aconteceram em um período
histórico próximo: um veio mitigar os efeitos do outro”, diz Nina Jablonski.
Explorando
o planeta – Esses ancestrais humanos continuaram seu percurso natural de
evolução, com cérebros cada vez maiores e postura cada vez mais ereta. Há
200.000 anos, sua anatomia tornou-se semelhante à do homem moderno, dando
origem ao Homo sapiens. Mesmo após surgir como espécie, os seres
humanos continuaram na África por mais de metade de sua história na Terra,
carregando a pigmentação de pele perfeita para a incidência solar na região. No
entanto, há 80.000 anos, os primeiros humanos começaram a deixar o continente
rumo à Europa e à Ásia. Em sucessivas ondas de migração, passaram a encontrar
novos ambientes, com latitudes e altitudes maiores – e menor incidência de
raios ultravioleta.
O problema é que essa mesma radiação, que pode ser perigosa quando
absorvida em excesso, também é essencial para a síntese de vitamina D no sangue
humano. A falta dessa vitamina diminui a absorção de cálcio e deprime o sistema
imunológico. Sua ausência crônica pode levar a problemas no parto, deformidades
e até morte. Mais uma vez, a seleção natural começava a favorecer uma mudança
na cor da pele: pessoas com menos pigmentação conseguiam produzir mais vitamina
a partir do parco sol local, tornando-se mais aptas a sobreviver.
Segundo
Nina Jablonski, a pele mais clara se desenvolveu três vezes de maneira isolada
entre os ancestrais humanos. “Uma dessas vezes foi entre os Neandertais
europeus, que, segundo estudos genéticos, tinham peles claras e cabelos ruivos.
As outras duas foram entre os Homo sapiens europeus e os
asiáticos”, diz. Há mais de uma década, a antropóloga publicou o primeiro
estudo que mostrava as relações entre a incidência de raios ultravioleta no
mundo e a distribuição das populações com diferentes tons de pele.”
Nina Jablonski
Foi somente com as grandes navegações que essa questão se tornou importante.
Com o contato cada vez maior entre os povos, a cor da pele começou a ganhar
enorme valor cultural. Biologicamente, a pigmentação é apenas o resultado da
necessidade corporal de se adaptar ao ambiente. No entanto, nesse tempo ela
passou a ser entendida como sinal de hierarquia – inferioridade ou
superioridade – entre as populações. Assim, mesmo sem ter nenhuma base
científica, o argumento justificava a dominação econômica de populações
inteiras, como a escravização das tribos africanas trazidas ao Brasil.
Herança
genética – Hoje, a viagens pelo mundo se dão de forma muito mais rápida e em
quantidades muito maiores do que na época das grandes navegações. As populações
urbanas se tornaram ainda mais variadas, com habitantes de todos os cantos do
planeta. Essa convivência entre os diferentes povos ajudou a diminuir os
preconceitos. No entanto, os tons de pele da população deixaram de estar
associados à região do planeta onde habitavam, e isso começou a afetar a saúde.
“Alteramos o equilíbrio que houve durante a evolução humana. Grande parte da
população mundial vive longe de onde seus ancestrais viveram, com consequências
previsíveis para sua saúde”, diz Nina Jablonski.
Os problemas podem ser sentidos tanto pelas populações de pele clara
habitando regiões equatoriais, quanto por populações de pele mais escura em
regiões de alta latitude. Além disso, quase 60% da humanidade vive em cidades,
onde a exposição à luz do sol é mínima. “Durante 200.000 anos, nós passamos
grande parte de nossos dias nos ambientes externos. A partir do último século,
no entanto, começamos a gastar a maior parte do nosso tempo dentro das
construções”, diz Nina, que conduz uma série de estudos para medir a quantidade
de sol absorvida por diferentes populações ao redor do mundo e as consequências
disso para sua saúde.
Os resultados iniciais de sua pesquisa são preocupantes. “Constatamos
que a falta de radiação ultravioleta está levando a sérias deficiências na
quantidade de vitamina D”, diz. Segundo a antropóloga, os cuidados necessários
para se proteger do excesso de radiação ultravioleta já estão bem divulgados –
usar protetor solar, evitar as horas de sol mais intenso -, mas o mesmo não é
verdade para os efeitos deletérios da falta de vitamina D.
A pesquisadora diz que a ausência dessa vitamina pode ser parcialmente
responsável por grande parte dos problemas de saúde que atingem minorias
populacionais nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, como problemas
cardiovasculares, diabetes e câncer. “Ao diminuir as funções do sistema
imunológico, isso pode tornar essas populações mais suscetíveis a gripes e
resfriados, além de infecções mais sérias”, diz. Também existem evidências de
que a deficiência crônica de vitamina D está levando a um aumento nos casos de
depressão sazonais.
A solução para esses problemas é simples. Pessoas com pele mais escura
vivendo em zonas temperadas, por exemplo, podem simplesmente decidir tomar mais
sol, ou podem escolher repor a quantidade diária que lhe falta com suplementos
de vitamina D. Para isso, no entanto, elas precisam conhecer as necessidades
específicas de sua pele. É impossível voltar atrás da sociedade globalizada.
Não existe como – e nem seria desejável – as diversas populações do mundo
voltarem para seus locais de origem. Segundo Nina Jablonski, o melhor modo de
superar o descompasso entre tom de pele e radiação solar é a partir do
conhecimento sobre sua herança genética. Ao saber de onde veio sua pele, como
ela adquiriu sua cor atual, é possível protegê-la dos efeitos da vida moderna.”
http://veja.abril.com.br/ciencia/a-pele-atraves-da-historia/
Viram? Que bobagem vocês terem preconceito por causa
de uma cor se
nos somos descendentes de PRIMATAS e
NEGROS??A raça humana é uma só... o
que difere são os tons de pele ....


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