Esses são os trechos do livro “A SAGA DE UMA SINHÁ”, cujo depoimento. é de um Espirito Pai Miguel de Angola, para  as  pessoas que acreditam em Espiritismo, é  um depoimento limdo, e real, Eu , uma  pecadora espírita, que tem muita  coisa para aprender , pois a vida terrena e a vida  espiritual não cessamos  de  aprender e também de ensinar. Pois quando a  gente  ensina, nós também aprendemos, pelas  nossas  pr´pprias  observações, tiradas de  nós  mesmos, pensadas por  n´os, e  não  pensadas de outras pessoas. E é  isso que importa, que  nós mesmos pensamps  em nosso próprio beneficio. Para aqueles que não tem preconceito, só porque  um Espirito foi negro em corpo, tendo uma existência de sofrimentos, tendo vivido uma experiência de escravos. Nesse  livro não fala quem ele foi nas outras vidas, para merecer ser um escravo e  sentir  na própria pele o que ele  fez a outrem.
Já  pararam para pensar porque nascem tantas crianças doentes, se  nunca fizeram mal a  ninguém???Ja  pararam para   pensar porque tem crianças deficfientes???  Porque uns são mais ricos, outros na miséria?
Vão dizer assim: já que  somos  espíritos de muitas  vidas, como não nos lembramos??? Esse é  um outro assunto que devemos  discutir, mas não nessa postagem.
Esse livro é real, contando a  história de um escravo Miguel, cujo escravo era confiado ´por  uma  sinhá, cuja  vida foi sofrida, e esse escravo , junto aos mais velhos, conseguiu, de  alguma forma estabalecer uma  certa harmonia, diante  de  tantos  obstáculos. E  no fim, já velhinho, desencarnou sem sofrimentos, e esse , do outro lado, em Espírito , continua ajudando as pessoas da Terra. É semelhante aos  católicos, que  pedem ajuda aos santos, e se as  pessoas forem merecedores, terão seus desejos atendidos. é a  mesma coisa , só depende  da  gente que merece ser atendido.
Deus, que é  nosso Pai , deixa seus  filhos terem seus livre  arbítrio, é  justo e bondoso.
Vamos falar da  comparação de Deus como Pai, em outra  postagem.
Vamos ler o bate papo com esse grande Espirito Pai Miguel de Angola?

“ BATE-PAPO COM PAI MIGUEL Nossa Senhora do Brasil, que é a mesma mãe de Jesus em todas as Nações, abençoe vocês meus filhos. Adoro esta palavra: "FILHOS"... Fico imaginando Deus nos chamando de filhos. Eu, pobre pecador, sinto minha alma estremecer de emoção quando ouço o som da minha própria voz pronunciando a palavra filho, imagino DEUS! Alguns filhos podem ter tomado um susto com essa minha colocação: minha alma? Ele não é uma alma? Sou, meus filhos, uma alma liberta da carne, mas continuo sendo uma alma ligada à outra grande ALMA: nosso Pai Criador! Nunca vamos deixar de existir e ter essa Alma Santa por nós. Amo e perpetuo a mãe de Jesus, mãe única de todas as mães, de todos os pais, de todos os filhos. E por onde passo cumprimento, sempre louvando as Nossas Senhoras de todas as Nações. Cada país tem a sua santa mãe guiando a nação, sustentando em seus braços todos os filhos de Deus. Ligada a todas as santas está Nossa Senhora Maria, a mãe de Jesus. Maria, mãe de Jesus, meus filhos, desceu do céu trazendo-o dentro de si. Explico melhor para vocês entenderem: é como se vocês preparassem um altar colocando uma vela num ponto, para no momento certo acendê-la. Assim, muitos espíritos de luz desceram, e continuam descendo à Terra, cada um trazendo seus mistérios e missões, que em dado momento o anjo do Senhor vem e acende a luz que já estava ali. Maria não se fez mãe de Jesus em Terra, ela sempre foi e por todo tempo será Sua mãe, assim como mãe de todos os filhos de Deus. No livro batizado (tudo que criamos pela vontade de Deus deve ser batizado em Seu Santo Nome), como Lições da Senzala, eu falei muito de mim; talvez tenha sido até egoísta, mas foi bom e proveitoso colocar para fora da minha alma as verdades com que acredito ter ajudado outros filhos de Deus a ter paciência e continuar lutando pela sua liberdade espiritual. Vocês que leram Lições da Senzala são sabedores de que naquele tempo fui o escravo Miguel e caminhei pelos arredores das fazendas dos meus senhores, como escravo de aluguel. Ouvia histórias aqui e ali, e cada irmão tinha o seu sofrer. O sofrimento de cada um era como uma cruz: não tínhamos como carregar um pelo outro, porque a cruz de cada um pesava, mas trazia conforto quando descobríamos que existiam cruzes mais pesadas que a nossa. Agora, tomo a liberdade de contar a vocês mais um pouco de uma realidade que já se passou, mas que deixou cicatrizes que ainda são profundas; tanto que ainda acompanhamos, entre brancos e negros, histórias semelhantes de tristezas e de horror envolvendo as pobres e indefesas crianças. Todas as histórias que vou contar a partir de agora não são invenções nem minhas nem do médium; foram fatos reais, que aconteceram, e graças a Deus já passaram! As tristezas que vocês conhecerão me fizeram chorar muito, porém nunca desisti de ter fé. Como me valeu ser o escravo Miguel! Eu faria e passaria por tudo novamente, se assim se fizesse necessário. Aprendi a compreender a mim mesmo e aos outros. Descobri o verdadeiro amor que nos une ao Pai! Aprendi tantas coisas boas e necessárias, como este exemplo: PERDOAR! Cada passagem dessas histórias foi um acontecimento verdadeiro; pesquisem e analisem cada palavra deste Pai que ama vocês. Se Deus permitir, onde houver espaço e oportunidade eu levarei verdades e mais verdades, não no sentido de fazer vocês sofrerem, mas no sentido de despertar em cada um a fé e a esperança de um Deus justo, que só quer o nosso bem. PAI MIGUEL DE ANGOLA”

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