PARTE   2 

Eu estava pensando o seguinte , não vale a pena  copiar e colar cada capitulo desse livro, porque para  mim, dá trabalho procurar cada palavra que  vocês  não conhecem, tenho que  ficar  horas e horas procurando palavras num dicionário e procurar um sentido para vocês. Uma pessoa me  deu opinião, que , após eu ler cada capitulo, escreveria  a  minha própria versão, com minhas palavras simples e mais   fáceis de vocês entenderem...
Então vou me basear nesse livro, e depois  me  contem o que vocês acharam... vocês , que  são leitores , digam o que  vocês acham...

Agora vamos ao segundo capitulo :
II – Autoridade da doutrina espírita
Controle universal do ensino dos Espíritos
Se a Doutrina Espírita fosse  da  imaginação das pessoas, ninguém poderia  dar  garantias que  a  vida  continua.
1 Nota de Allan Kardec: ele  certamente reuniu milhares de mensagens de várias  cidades, mas  tem mensagens  repetidas e achou inúteis quanto as repetições .
Quanto aos médiuns, pessoas sérias  que não deram nomes , e  para que , dar os  nomes de vários  países e de  várias  cidades e de  vários centros espíritas   sérios . Apenas para eles é nada não tem valor algum.
Se  um homem recebesse a revelação dos Espíritos, quem poderia dizer que é  verdade, mesmo que  fosse um homem sincero, mas quem poderia acreditar?
Quis Deus que a nova revelação chegasse aos homens por mais rápido caminho e mais autêntico, isto é  natural, e não forçado. . Então , os Espíritos vieram de  um polo a outro, aparecendo –em  toda parte, sem conferir a ninguém ponre  ou rico, jovem,  de lhes ouvir a palavra.
Um homem pode ser enganado, pode enganar-se a si mesmo; já não será assim, quando milhões de criaturas vêem e ouvem a mesma coisa. Então é  uma garantia para cada um e para todos. Pode fazer-se que desapareça um homem; mas não se pode fazer que desapareçam as coletividades; ou seja  coletivos, pessoas  que  tem sensibilidade  de  ver  e  ouvir  os Espirititos,  podem até  queimar os livros, mas não se podem queimar os Espíritos. Ora, queimassem-se todos os livros e a fonte da doutrina não deixaria de existir, pela razão mesma de não estar na Terra, aparecem  em todos os lugares
 Se tivesse um intérprete, por mais favorecido que fosse, o Espiritismo mal seria conhecido. Qualquer que fosse a classe a que pertencesse, tal intérprete falasse a  muita gente e nem todas os   países  teriam aceitado, ao passo que os Espíritos se comunicam em todos os pontos da Terra, a todos os povos, a todas as religiões, a todos os partidos, e todos os aceitam.
O Espiritismo não tem nacionalidade, ou seja, não tem país,  e não faz parte de nenhum culto existente; nenhuma classe social, visto que qualquer pessoa pode receber instruções de seus parentes e amigos de além-túmulo, ou seja, já  “mortos” para  nós na Terra , mas  vivos  na  outra  dimensão.
Ao passo que a palavra de um só homem, mesmo com o concurso dos  jornais, da TV, levaria séculos para chegar ao conhecimento de todos, milhares de vozes se fazem ouvir ao mesmo tempo  em todos os recantos do planeta, ensinando os mesmos princípios e dizendo  aos mais ignorantes, como aos mais doutos, a fim de que não fiferenças sociais.
. É uma vantagem de que não tenha ainda nenhuma das doutrinas xriadas  até hoje.
Se o Espiritismo, portanto, é uma verdade, não teme o malquerer dos homens, nem as revoluções morais, porque nada disso pode atingir os Espíritos.
 Sabe-se que os Espíritos, em virtude da diferença entre as suas capacidades, longe se acham de estar, individualmente considerados, na posse de toda a verdade; que nem a todos é dado penetrar certos segredos;  que os Espíritos vulgares, ou seja, mais   popularese, de  baixo nível,  mais não sabem do que que julgam saber o que ignoram; que tomam por verdades as suas ideias; enfim, que só os Espíritos da categoria mais elevada, os que já estão completamente desmaterializados, ou seja, desligados  de matéria ,  se encontram despidos  ou seja   nus, das ideias e preconceitos terrenos; mas também é sabido que os Espíritos enganadores que  nem ligam em tomar nomes que lhes não pertencem, para impressionar em  suas utopias, ou seja  sonhos. Daí resulta que, com relação a tudo o que seja fora do âmbito do ensino moral, as revelações que cada um possa receber terão caráter individual, sem saber que é  verdade; que devem ser consideradas opiniões pessoais de tal ou qual Espírito e que não foi prudente  em  aceitá-las e propagá-las mensagens erradas e sem valor, e para  eles eram  c verdades absolutas. O problema  é,  uma só voz  do Espirito sem Luz  cairá  por  terra pelas  vozes de Espíritos  de elevação  de ensino moral.
 A mais fraca de todas acontece quando um médium, sozinho , pergunta a  muitos Espíritos de um ponto duvidoso.
É claro se  ele estiver alvo de uma obsessão, ou lidando com um Espírito de nome  importante, este lhe pode dizer a mesma coisa sob diferentes nomes. E a  garantia e agora, pensemos,  poucos  ou muitos  médiuns, num mesmo Centro Espírita sério, porque podem estar todos sob a mesma influência. Então é  uma  garantia, uma  verdade.
.Uma só garantia séria existe para o ensino dos Espíritos: a  ditar  as revelações que eles façam naturakmente, aparecendo  em um  grande número de médiuns estranhos uns aos outros e em vários lugares.
. Também não é porque um assunto  nos foi ensinado que, para nós, ele fala  a verdade, mas porque recebeu a importâbcia  daquele assunto, . Na posição em que nos encontramos, a receber comunicações de perto de mil centros espíritas sérios, pelos mais diversos pontos da Terra, achamo-nos em condições de observar sobre que assunto  se fala. Essa observação é que nos tem ajudado  até hoje e é a que nos ajudará  em novos campos que o Espiritismo terá de explorar.
Porque, estudando com atenção,  as comunicações vindas tanto da França como do estrangeiro, pela natureza toda especial das revelações, que ele tenta   entrar por um novo caminho e que lhe chegou o momento de dar um passo para frente
. Essas revelações, feitas muitas vezes com palavras sutis, nçao falando toda a verdade, para  nos fazer  entender  algo mais. .
Depois, chegado o momento de serem entregues ao povo , cada um se lembrará de ter tido  instruções no mesmo sentido. Esse movimento geral, que observamos e estudamos, com a assistência dos nossos guias espirituais, é que nos ajuda  a julgar da oportunidade de fazermos ou não alguma coisa.
O que deu lugar ao sucesso da doutrina em O livro dos espíritos e em O livro dos médiuns foi que em toda a parte todos receberam diretamente dos Espíritos a confirmação do que esses livros tem.
É que tiveram o apoio dos Espíritos, cuja boa vontade não só compensou, como também quis  o malquerer dos homens.
Com extrema sabedoria os Espíritos superiores em suas revelações. Não atacam as grandes perguntas  da Doutrina senão devagar, à medida que a inteligência se mostra aceitar  e compreender verdade de ordem mais elevada e quando acha  que  a  hora  é  aquela  se revelam revelação de uma ideia nova.
Por isso é que logo do começo  não disseram tudo, e tudo ainda hoje não disseram, nunca aceitando aos   mais ansiosos médiuns, que querem os frutos antes de estarem maduros.
É  igual você   subir   numa  árvore  vai colher   uma  maça verde  não esperar para ficar  mdura e ser  vermelha ? É igual, os Espíritos querem que as pessoas, primeiro amadureçpam, para  depois  receber as revelações .
Não   adiantar- ao tempo que a Providência assinou para cada coisa, porque, então, os Espíritos verdadeiramente sérios dizeram não  a  curiosidade
. Os Espíritos levianos zombeteiros, brincalhões , pouco se preocupando com a verdade, a tudo respondem; daí vem que, sobre todas as perguntas cedo demais  há sempre respostas contrárias
. Os assuntos  acima não resultam de uma teoria pessoal: são efeito  forçado das condições em que os Espíritos aparecem
. É claro  que, se um Espírito diz uma coisa de um lado, milhões de outros dizem o contrário, a verdade não pode estar com aquele que é o único ou quase o único de tal parecer.
. Os Espíritos verdadeiramente calmos,  se não se sentem suficientemente entendidos  sobre uma pergunta, nunca a resolvem de modo absoluto; declaram que apenas a tratam do seu ponto de vista e aconselham que espere  a confirmação.
 Os espíritas que a esse respeito alimentassem qualquer medo podem ficar ] tranquilos: todas as as   palavras  dos  Espiritos  vulgares  cairão, pela força mesma das coisas, diante do enorme e poderosas palavras da mesma coisa do Universo. . Não será à opinião de um homem que se juntarãob os outros, mas à voz de  todos  Espíritos; não será um homem, nem nós, nem qualquer outro que criará   ]isso como verdade espírita; tampouco será um Espírito que se venha mandar a quem quer que seja: será a universalidade dos Espíritos que se comunicam em toda a Terra, por ordem de Deus.


E então o que   acharam??? 

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